Há uma dinâmica peculiar nas eleições de São Luís, onde a abundância de candidatos contrasta com a escassez de partidos disponíveis. A perspectiva de abril de 2024 indica uma redução significativa no número de postulantes à prefeitura, um fenômeno impulsionado pela limitação de legendas.

Braide, Duarte e Neto destacam-se como os únicos consolidados em suas legendas, sendo agora acompanhados por Fábio Câmara, chancelado pelo PDT. Esta consolidação, no entanto, intensifica a dificuldade para aqueles que ainda não encontraram um partido político, incluindo figuras proeminentes como Edivaldo Júnior, Dr. Yglésio e Wellington do Curso.

A análise da realidade partidária revela uma competição intensa pela atração de legendas. Braide e Duarte, pela força de suas candidaturas, projetam formar coligações robustas, buscando alianças com diferentes partidos, desde PRB até MDB. A aliança entre Flávio Dino e Carlos Brandão amplia ainda mais o espectro partidário de Duarte.

Contudo, para alguns candidatos, a busca por uma legenda torna-se uma jornada árdua, com portas praticamente fechadas. Edivaldo, Wellington e Yglésio perambulam em busca de uma agremiação, enfrentando a realidade de serem meros figurantes em legendas de aluguel, tornando-se folclóricos na disputa eleitoral.

A realidade eleitoral em São Luís reflete, assim, a complexidade das alianças partidárias e as limitações enfrentadas por alguns candidatos na construção de suas trajetórias políticas. Sem tirar, nem pôr, essa é a cena política momentânea na capital maranhense.

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